quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Como seria: T2 - Terminal Cohama

Hoje iniciamos uma nova série em nosso site, que irá tratar sobre como seria o nosso transporte na capital maranhense antes da existência dos Consórcios pelo Sistema Integrado de Transporte - SIT, você tem alguma noção ou ideia de como seria o nosso sistema de transporte com a criação do SIT? Não? Pois confira agora na nossa série Como Seria e mergulhe nas raras informações encontradas pela nossa equipe em um manual elaborado pela SEMTUR.
Em 2002, foi feito um estudo e consequentemente um manual sobre o novo sistema de transporte urbano da capital maranhense, pela Prefeitura de São Luís junto com a SEMTUR na época, o manual contém várias informações acerca das linhas e terminais que viriam a existir, além das racionalizações e itinerários de cada linha.

Os terminais de integração ficariam conhecidos pelo mesmo sistema que hoje abrange a capital amazonense, configurado da seguinte forma:

T1 - Terminal Praia Grande
T2 - Terminal Cohama
T3 - Terminal Cohatrac
T4 - Terminal São Cristóvão
T5 - Terminal Distrito Industrial

Iniciando hoje, iremos abordar um pouco de como seria a configuração de linhas para o T2, deixando o Terminal Praia Grande por último. O Terminal Cohama continuaria sendo no mesmo local que atualmente se encontra e iria possuir 24 linhas, sendo 17 alimentadoras, 04 troncais e 03 circulares. Logo abaixo você confere as linhas do Terminal.

A210 Residencial Primavera / T. Cohama
A211 Farol Araçagy / T. Cohama
A212 Jardim Paulista / T. Cohama
A213 Recanto Fialho / T. Cohama
A251 Angelim / T. Cohama
A252 Cohama / T. Cohama
A253 Vinhais / T. Cohama
A255 Recanto dos Vinhais / T. Cohama
A257 Bequimão / T. Cohama
A258 Residencial Pinheiro / T. Cohama
A271 Olho D'Água / T. Cohama
A272 Habitacional Turu / T. Cohama
A273 Ipem Turu / T. Cohama
A274 Vicente Fialho / T. Cohama
A275 Sol e Mar / T. Cohama
A276 Divinéia / T. Cohama
A279 Parque Vitória / T. Cohama
T201 T. Cohama / T. Praia Grande via Av. Franceses
T202 T. Cohama / Rua do Passeio via João Paulo
T203 T. Cohama / T. Praia Grande via Bandeira Tribuzzi
T204 T. Cohama / T. Praia Grande via São Francisco
C211 Circular T. Cohama / T. Cohatrac / T. São Cristóvão via Av. Franceses
C221 Circular T. Cohama / T. São Cristóvão / T. Cohatrac via Ipase
C222 Circular T. Cohama / Ipase / Anil

Fazendo uma breve análise neste primeiro momento, podemos perceber que o sistema sim, obedeceria ao que se diz em relação a troncal, alimentador, circular e remanescentes, configurando-se em um verdadeiro sistema tronco-alimentado e não o que se observa hoje que foge um pouco ao que se explica em um decreto datado de 2002.
Ao longo dos dias, estaremos mostrando cada linha que se encontra aqui, mostrando seus itinerários e como estariam configuradas e assim que encerrar, partiremos para o T3, acompanhem conosco e veja como seria o nosso sistema de transporte.

Fonte: SportbuS Maranhão

7 comentários:

  1. Eh estranho isso esse sistema de transporte de 2002 será q valeria pros dias de hj?

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    1. Para os dias de hoje não tem como pois teria que haver uma nova reestruturação.

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  2. Interessante, mais acho q se a prefeitura adotasse isso hj ia ser bem difícil de se cumprir pq nem a licitação as empresas atuantes no urbano tão obedecendo que dira esse decreto de 2002 kkkk, uma dúvida essa última imagem é onde??

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  3. É algo parecidíssimo com o modelo adotado pelo Grande Recife Consórcio de Transporte. Os bairros são atendidos por linhas alimentadoras, com veículos menores (exceto a linha Ilha de Itamaracá / T.I. Igarassu, devido a distância percorrida e a demanda, é articulado). Nos terminais, você troca de ônibus, pegando uma linha circular (ex. T.I. PE15 Circular), uma linha radial para o centro do Recife (ex. T.I. Tancredo Neves / Conde da Boa Vista), uma perimetral, para seguir a outros bairros importantes da região metropolitana ou a outro terminal através de vias estruturais que não passam pelo centro (por isso o nome perimetral, como Barro/Macaxeira [BR-101]), uma interterminal, para se deslocar a outro terminal por dentro de outros bairros do subúrbio (como T.I. Camaragibe / T.I. Macaxeira), ou ainda o metrô, caso haja integração (como no Terminal de Afogados).
    Funciona. Mas meio que acaba virando um funil. O maior exemplo é a zona sul. A região do Ibura é muito populosa, e possuía diversas linhas ligando a área ao centro do Recife. Exemplo das linhas UR06, UR02 (Ibura) / Conde da Boa Vista, UR11, Vila Dois Carneiros, e por aí vai. Com a abertura do Terminal de Integração Tancredo Neves, nas proximidades, essas linhas deixaram de atender o centro da cidade, e então, essa população foi obrigada a ter que descer nesse terminal para pegar outro ônibus, ou seguir de metrô. Tente juntar uma quantidade X de pessoas de uma linha, outra de outra linha, e por aí vai, e colocar dentro de um ônibus convencional. Pois então, em horário de pico, mal dá pra andar nesse terminal. As filas são gigantes. A plataforma da estação do metro fica abarrotada. Quando trem chega é um empurra empurra.

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  4. Esse modelo foi parecido com o inicio do terminal são Cristóvão. Tinha as linhas troncais (pelo anil era Tropical João de deus)(pela rodoviária era socorra o 2)(pelo são Francisco era tropical são francisco)(Ipase era uema)(e bandeira tributo era são Raimundo tribuzi)

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  5. O modelo tronco-alimentador que inclui linhas interbairros, expressas diretas, semi expressas, alimentadores, vizinhança, interhospitais, diametrais, perimetrais, radiais (convencionais) e troncais paradoras é um excelente modelo dentro da ótica do SIT desde que a racionalização não seja extrema e mantenham-se algumas linhas de reforço dentro do sistema convencional. É assim que Curitiba fez a partir de 1974 quando foi introduzido aos poucos e ao longo dos anos em toda a cidade e com a diferenciação das cores pelas categorias de serviços dos ônibus e é por isso que CTBA tem ônibus de cor branca, amarela, laranja, vermelha, verde claro, verde mais escuro, azul claro e a terrível cor cinza que foi implantada em 1991 e identifica os ônibus de linha direta popularmente conhecidos como ligeirinhos. Outras cidades pelo Brasil implantaram o mesmo sistema com cores diferenciadas e a maioria delas foi abandonando o modelo de cores criando um visual monocromático com um ou dois tipos de cores apenas. Ao longo dos anos, os sistemas foram aperfeiçoados em quase todas as cidades mas sempre para pior ou seja: com os cortes de mais e mais linhas e a racionalização de muitos itinerários sobrecarregando ainda mais as linhas troncais e pesadas do sistema.

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